sexta-feira, 27 de abril de 2012

NEM TODOS OS CAMINHOS SÃO OPOSTOS




A crítica vem bombardeando o governo Agnelo Queiroz depois de passados um ano e quatro meses de seu governo. A crítica acha que o governo ainda não emplacou porque o que foi feito até agora não tem “a cara vermelha” que caracteriza a administração do PT. Segundo relatos, Agnelo quer ficar conhecido não por transformações sociais e sim pelas grandes obras de engenharia . Fala-se mais da construção do estádio para a Copa e de veículos leves sobre trilhos do que de saúde em casa, escola em tempo integral, segurança confiável, alguns dos principais tópicos de promessa de campanha. Agnelo não tem se diferenciado dos governos anteriores, como o de Arruda e Roriz, onde seu governo tem sido manchado com uma cachoeira de denúncias de corrupção.
Na área da saúde o governador tem adotado o modelo de construção de hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPA) em detrimento de programas como o Saúde em Casa que exige apenas o pagamento de salários para os profissionais e uma casa como base. 
Na Educação não apresentou ainda nada de novo. Prometeu mudar o modelo de escola integral criado pelo então governo Arruda, mas que ainda não foram aplicadas as mudanças. E para completar, encontra-se com os professores da rede pública de ensino há 45 dias à sua porta pedindo o cumprimento de acordos não cumpridos.
O PDT, um dos partidos de sustentação do seu governo, acaba de sair do bloco de aliados, pois acabou vendo que Agnelo não conseguiu cumprir o programa de governo anunciado durante a campanha.
A criação da Comissão Parlamentar de Inquérito que irá apurar as supostas arapongagens no governo, e que teve a assinatura do Presidente da Assembleia Legislativa, Deputado Patrício (PT), foi a gota d’água que faltava para se instalar de vez o clima caótico em seu governo. Observa-se, notoriamente, que a cada dia Agnelo fica mais solitário, por mais que não se admita o próprio partido, mas que nos corredores se traduz um quadro completamente diferente.
Para completar a dose, suspeitas de ligação com o contraventor Carlinhos Cachoeira motivaram no dia 25/04/2012 a abertura de inquéritos contra três deputados no Supremo Tribunal Federal (STF) e colocaram o governador do Distrito Federal na mira da Procuradoria-Geral da República que pediu investigação contra o petista. O procurador Roberto Gurgel espera obter nos próximos dias a autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para proceder na investigação contra o governador do DF.
Fonte: Internet

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