domingo, 7 de abril de 2013

JUDICIÁRIO:Pai de diarista também morreu baleado por engano por policiais militares


Ao ler a reportagem sobre a morte do jovem José Chaves Alves Pereira, a diarista Elizabeth Assis de Oliveira, 47 anos, não conteve as lágrimas. “Foi como entrar em um túnel do tempo. Voltei 20 anos, quando assisti às notícias da morte do meu pai. Aconteceu a mesma coisa. Ele voltava do trabalho, o carro foi confundido e ele morreu com disparo de policiais”, conta Elizabeth.





As semelhanças entre os dois casos impressionam. Em uma sexta-feira de 1994, Aílson de Oliveira Santos, 50 anos, saiu do trabalho, no Ministério da Justiça, por volta das 20h. Ele e dois amigos seguiam para Samambaia, em uma caminhonete, quando passaram por uma viatura parada no acostamento. “Dispararam da mesma forma, logo depois de o carro passar. Confundiram o veículo, e meu pai morreu na hora. A única diferença é que, no caso do meu pai, a viatura da PM estava descaracterizada”, conta a diarista.



REPRODUZIDO POR:JOSENY LOPES 07.4.2013
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