sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Quadro Politico DF

Magela acha que quadro eleitoral se definirá mais cedo
13092013

Ativo participante de todas as campanhas sucessórias já realizadas em Brasília, o secretário Geraldo Magela (foto) acredita que o quadro de candidaturas deverá se definir mais cedo desta vez do que nas eleições passadas. Haverá no curto prazo muita turbulência, com o encerramento do período de filiações de quem pretende concorrer em 2014. “Será um período de muita espuma e pouca onda”, prevê Magela. A partir daí terão de vir as definições. 

Roriz e Arruda podem concorrer

Pelo raciocínio do deputado, hoje secretário de Habitação, até os ex-governadores Joaquim Roriz e José Roberto Arruda terão interesse em antecipar uma decisão sobre candidaturas ao Buriti, inclusive para marcar posição e, caso não disputem pessoalmente, abrir caminho para que se firme o nome — ou os nomes — em que jogarem suas fichas. Geraldo Magela lembra, a propósito, que tanto Roriz quanto Arruda hoje não se enquadram nos conceitos de ficha suja. Podem, portanto, concorrer. 

Até PMDB se apressa

Até uma definição do PMDB deverá ocorrer mais cedo, em comparação com a sucessão passada. Magela lembra que, em 2010, foi preciso esperar até março para que se batesse o martelo da aliança. O PT, de seu lado, precisou esperar até lá para que e fizesse eleições prévias entre Agnelo Queiroz e o próprio Magela. Desta vez, aposta o secretário, o PMDB tomará sua decisão ainda este ano. 

Mudança de rumos

Embora tenha negociado demoradamente sua filiação com o PPS, a distrital Celina Leão deve fazer uma mudança brusca de rumos. Seu destino mais provável é o PDT. 

Sonho de consumo

Ainda no capítulo do troca-troca partidário, o ex-deputado e ex-secretário Jofran Frejat virou sonho de consumo do PSDB brasiliense.  

Recado de Ceilândia

Dono de um hospital de Ceilândia, o  médico Leandro Marques Dutra deu um jeito de reunir os distritais Chico Vigilante e Washington Mesquita em um café da manhã, ontem. Tinha um recado a dar. Falando em nome de empresários, disse estão todos “cansados de ficar reféns dos bandidos”. De acordo com ele,  os empresários da cidade estão “com medo, sentindo-se inseguros, e muitas vezes impossibilitados de trabalhar”. Avisados, os distritais haviam levado consigo o coronel Madureira, do 8º Batalhão de Polícia Militar, que prometeu intensificar o patrulhamento ostensivo na região. 


Sinais externos de dissenso

Se os sinais externos valerem, anda mesmo mal, muito mal, a aliança entre PT e PMDB no Distrito Federal. Com outras autoridades, o governador Agnelo Queiroz e o vice Tadeu Filippelli (foto),  estiveram ontem no Memorial JK, para as comemorações do 111º aniversário de nascimento do ex-presidente Juscelino Kubitschek. Mal se falaram. Na verdade, passaram menos de cinco minutos juntos. Para se ter uma ideia, nem houve chances de tirarem foto um ao lado do outro, como costuma ocorrer em solenidades. Quando Agnelo se referiu ao vice como “meu amigo”, durante breve discurso, Filippelli permaneceu de cara fechada.


Cumprimentos à oposição

Os organizadores levaram os visitantes para a chamada Sala de dona Sarah, espaço outrora ocupado pela viúva de Juscelino. Lá havia salgadinhos e coqueteis. Filippelli entrou, cumprimentou um ou outro. Saiu quase imediatamente. Bem a tempo de encontrar a distrital Liliane Roriz, a quem cumprimentou calorosamente — algo bem diferente do que acontecia no passado recente. Liliane, por sua vez, entrou, cumprimentou formalmente o governador e deu uma entrevista com críticas violentas 
ao Buriti.
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